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Showing posts from July, 2012

Entrevista Folha do Meio Ambiente JBRJ

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Invasões comprometem um patrimônio natural histórico inestimável. E com o aval de quem deveria protegê-lo: o Ministério do Meio Ambiente. Silvestre Gorgulho 19 de Abril de 2012 O nome atual é Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Mas, popularmente, continua como sempre foi conhecido: Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Além de exemplo da diversidade da flora brasileira e mundial o JBRJ é uma das mais belas paisagens brasileiras. Mas nem tudo são flores e frutos no Jardim: a mais antiga e uma das mais importantes instituições de pesquisas do País, está seriamente ameaçada. O motivo é o de sempre: descaso das autoridades, falta de recursos, invasões e ocupações ilegais. Fundado em 1808, por D. João VI, o JB-RJ têm hoje 174 hectares e vem sofrendo ainda com as invasões de 537 imóveis ilegais, entre oficinas e residências precárias, algumas confortáveis até com piscina. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro vive um paradoxo: é um patrimônio da maior importânc...

Diretores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Ao longo dos anos, muitos diretores se sucederam à frente do Jardim Botânico, deixando a marca de seu trabalho em longas gestões ou mesmo em curtas interinidades. De alguma forma, todos contribuíram para torná-lo o que é hoje, um dos mais tradicionais centros de pesquisa botânica do mundo. 1808 General Carlos Antonio Barros Napion 1808-19 Brigadeiro João Gomes Silveira Mendonça, Marquês de Sabará 1819-24 João Severiano Maciel da Costa, Marquês de Queluz 1824-29Frei Leandro do Sacramento 1829-51 Bernardo José de Serpa Brandão 1851-59 Senador Candido Baptista de Oliveira 1859-61 Frei Custódio Alves Serrão 1861-62 Frederico Leopoldo César Burlamaqui 1862-63 Joaquim de Souza Lisboa 1863-83 Prof. Karl Glasl 1883- 87 Nicolau Joaquim Moreira 1887- 90 Pedro Dias Gordilho Paes Leme 1890 Joaquim Campos Porto 1890- 1909 João Barbosa Rodrigues 1902-03 João Joaquim Pizarro 1903 Guilherme Schuch, Barão de Capanema 1909-10 João Barbosa Rodrigues Júnior 1910-11 José Félix da Cunha Menezes 1911 João ...

Folha do Meio Ambiente

Brasília, setembro de 1996 Silvestre Gorgulho Naquela fazenda de Curralinho, tão distante, no tempo e no espaço, o homem era um dos elementos da natureza, da criação. Hoje, sob o pomposo nome de “desenvolvimento auto-sustentado” se buscam modelos daquilo que, ali, era o universo quotidiano daquela gente. Gente parte pedra, parte planta, parte bicho: parte Deus, pois nele o espírito se agigantava, conduzindo seus humanos sonhos em direção a iluminados conceitos de liberdade, de igualdade. Houvera aquele animoso alferes cujo sangue tingira as páginas da história do Brasil. Perseguiam-se, desde então, os que assinavam Xavier, forçando-os a abominar seu próprio nome, anatematizado pela opressiva Coroa Portuguesa. Aqueles Xavieres de Casa Branca, no isolamento de sua fazenda, não se intimidaram com a propalada condenação de cinco gerações de toda a parentela. Não renunciaram ao nome, tornado agora ainda mais honroso. Embora distanciados da sociedade, os Xavieres nada tinham de incu...

Hortas na educação ambiental em destaque na revista Crescer

Hortas na educação ambiental em destaque na revista Crescer Poucas experiências podem ser tão enriquecedoras quanto aprender e ensinar com o que o planeta nos dá e pede silenciosamente. Essa é a proposta do livro Hortas na educação ambiental – na escola, no comunidade, em casa, de autoria de Maria Célia Bombana e Silvia Czapski, ambas fundadoras da Associação Ituana de Proteção Ambiental. Nele as autoras ensinam-nos a explorar, de forma criativa, as infinitas possibilidades pedagógicas de cada fase de desenvolvimento das plantas. O livro foi tema da reportagem “Projeto de todos”, publicada na revista Crescer no dia 1 de setembro de 2011. Para acessar a reportagem, clique aqui. Abaixo publicamos o prefácio de Carlos Alberto Ribeiro de Xavier, assessor especial do Ministro da Educação, e o sumário da obra. PREFÁCIO Algumas publicações incluem até mais que um prefácio, ou apenas duas ou três palavras introdutórias que geralmente apresentam um assunto ou o autor do texto...

Conferência sobre Educação e Cultura

Brasil Ministério da Educacao - MEC “Educação e cultura na escola pública do Brasil” 1 Carlos Alberto Ribeiro De Xavier 2 Resumo No presente texto o autor reafirma o entendimento de que a educação é um processo civilizatório que não implica em sobreposição de valores de uma ou outra cultura sobre as outras; de que a origem desse processo educativo é a casa e a família e de que a comunidade a que serve, é uma extensão da escola. Em seguida faz um breve histórico da evolução do sistema educativo do Brasil, para concluir com algumas iniciativas exemplares de integração da educação e cultura na escola pública no país. Palavras-Chave Arte Educação; Educação Física e Cultural, Atividades Complementares; Cultura. I - A Escola como extensão da casa e da família A educação pode ser entendida como um processo civilizatório, no sentido da formação do indivíduo para a vida e para o trabalho. Esse processo não implica em sobreposição de valores de uma civilizaçã...